
O apresentador Rodrigo Faro, protagonizou uma situação inusitada, na qual, ele mesmo fez questão de compartilhar no programa: Que História É Essa Porchat?, que foi exibido nesta última terça-feira (22), relembrando sobre uma gafe que cometeu em um velório, onde entrou no sepultamento errado.
No caso, Rodrigo Faro contou que, após se sentir mal pela perda do diretor Walter Avancini, estava tão abalado que não percebeu que sala entrou, então reparou na pessoa falecida, mas nem se tocou que era outra pessoa, porém percebeu que não tinha nenhum famoso presente, fazendo estranhar o ambiente em si.
O apresentador também detalhou a reação dele e das pessoas quando começaram a perceber que tinha algo errado, e foi através dos olhares curiosos dos presentes local, que se deu conta da gafe. Desesperado, se aproximou do caixão para ter certeza, e tocou no corpo para confirmar sua suspeita e alegou:
“Daí para frente foi um dos maiores desesperos da minha vida, porque tive a certeza de que estava chorando o morto errado e de que todo mundo queria saber o que eu estava fazendo lá. E eu tinha um objetivo, sair de lá”.
No entanto, essa situação só chegou a ser resolvida quando Andréa Avancini, filha do falecido diretor, chegou ao local e interveio, resgatando Faro desse momento.
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Rodrigo Faro abre o jogo sobre o futuro da televisão
O apresentador Rodrigo Faro, participou de um painel na Brazil Conference at Harvard, ao lado de Ana Maria Braga e Sabrina Sato, e comentou sobre o tema: Televisão e Relevância Pública: Reinvenção na Comunicação em Massa, contando sobre o futuro do veículo.
Durante a palestra, Faro destacou a permanência de apresentadores tradicionais no cenário, pois são eles que seguram a audiência, mesmo em meio aos cenário midiáticos, e afirmou:
“Acredito que os grandes apresentadores vão continuar firmes no seu espaço, porque credibilidade não se constrói com influência digital. Credibilidade se constrói ao longo dos anos, com horas de voo, com um trabalho consistente na televisão”.
Entretanto, ainda para ele, a televisão só irá conseguir se manter em meio as redes sociais, se tiver mais agilidade com as notícias e pontuou por fim:
“A única forma de competir com a velocidade da internet, onde a cada 30 segundos surge uma nova notícia, é com agilidade. Se a TV não estiver ao vivo para noticiar algo no momento em que acontece, a pessoa vai buscar essa informação onde? Na internet. E aí, corre o risco de se deparar com uma fake news. Então, a televisão precisa ser mais imediata, mais presente. Eu acredito que o caminho é esse: mais e mais ao vivo”.
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