O Superior Tribunal de Justiça decidiu barrar o pedido de Luana Piovani, 48, para que Bruna Biancardi, 31, fosse ouvida no processo em que a atriz foi condenada por injúria ao jogador Neymar, 33.
A solicitação buscava incluir um depoimento sobre episódios expostos publicamente em 2023, mas a Corte manteve a posição de que o tema não deve ser retomado no processo, que permanece sob sigilo.
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Segundo informações divulgadas pelo UOL, a defesa de Luana solicitou que Bruna Biancardi prestasse esclarecimentos sobre supostos episódios de infidelidade atribuídos ao jogador em 2023. O objetivo era contextualizar as declarações feitas pela atriz nas redes sociais, que deram origem ao processo.
À CNN Brasil, a assessoria de comunicação do STJ informou que o caso corre em segredo de Justiça e que detalhes adicionais não podem ser divulgados. A Corte entendeu que o assunto já havia sido amplamente repercutido na imprensa e discutido diretamente pelos envolvidos, o que dispensaria novos depoimentos.
Embora tenha sido condenada inicialmente a 4 anos e 15 dias, Luana foi absolvida da pena após o Tribunal considerar que, como os episódios citados se tornaram públicos e houve pedido de desculpas, não ficou caracterizada difamação. A recusa ao depoimento de Biancardi segue a mesma lógica jurídica.
O caso começou no fim de maio, quando a atriz criticou o posicionamento de Neymar sobre a PEC das praias. Em um vídeo, ela questionou a postura do atleta e mencionou comportamentos que, segundo ela, afetariam a família do jogador. Neymar reagiu nas redes sociais e rebateu as falas da atriz.
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