Thais Carla abriu um capítulo íntimo de sua trajetória no documentário O Corpo Que Dança, lançado nesta terça-feira (20). A produção revisita experiências de gordofobia, pressão estética e inseguranças que marcaram a vida da dançarina antes da cirurgia bariátrica. No primeiro trailer, ela relembra situações dolorosas e revela como o preconceito afetou sua relação com o próprio corpo.

Assista:

Com episódios semanais, a série promete mostrar aspectos da vida da influenciadora que nem sempre aparecem nas redes sociais, incluindo os julgamentos que enfrentou ao longo da carreira e os medos que carregou durante anos.

Thais Carla relembra medo de não ser mãe

No teaser, Thais conta que chegou a temer que o peso a impedisse de realizar o sonho de ser mãe aos 25 anos. Hoje, a dançarina destaca a importância das filhas em sua vida e afirma que não consegue imaginar sua rotina sem elas.

A produção também aborda situações de humilhação vividas antes de suas apresentações. Segundo o relato da artista, ela era alvo de deboche e precisava demonstrar seu talento no palco para, só então, receber o reconhecimento e o carinho do público.

Pressão estética começou dentro de casa

Outro ponto abordado no documentário é a relação de Thais com o próprio corpo durante a juventude. Ela conta que começou a perceber que sua aparência era tratada como um problema por volta dos 17 anos, quando a mãe passou a impor restrições severas à sua alimentação.

A dançarina afirma que passou a questionar aquela vigilância ao perceber que a irmã não enfrentava o mesmo tipo de controle. “Teve um momento que eu entendi que não era comida”, reflete no vídeo de divulgação.

Documentário aborda gordofobia além da bariátrica

Embora a cirurgia bariátrica faça parte da narrativa, O Corpo Que Dança também se propõe a discutir o preconceito enfrentado por pessoas gordas e a ideia de que o peso limita suas capacidades.

A produção acompanha a trajetória pessoal de Thais e resgata episódios que influenciaram sua maneira de enxergar o corpo e a própria identidade. Ao compartilhar essas experiências, a artista busca expor as consequências emocionais da discriminação e questionar estereótipos ainda presentes na sociedade.

Autor

  • Gabriel Girão

    Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redator do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda.

    Contato: [email protected]


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