
Nesta semana, o apresentador Olivier Anquier fez um desabafo nas redes sobre sua recuperação após grave acidente que sofreu há quatro meses.
O chef de cozinha se acidentou quando participou do Rally dos Sertões, uma competição de esporte.
“Tomei um tombo besta ao ser alcançado e ultrapassado pelo quinto UTV. Erro de pilotagem minha devido ao cansaço, o calor, a poeira e a ânsia de estar a 4 kms do abastecimento aonde eu sonhava parar e me aliviar das dores intensas da vontade de mijar que me torturava a horas”, falou, no Instagram.
“Foi um tombo seco a velocidade baixa que deslocou o humerus do ombro esquerdo e cuja cabeça do osso amassou e prendeu os nervos plexo braquial e por sua vez a minha cabeça esticou e rasgou o conjunto ao tocar o chão. Danos graves e dores perpétuas febre muito intensa há já 4 meses e uma recuperação lenta mas promissor”, completou.
Na sequência, o chef contou que começou a fazer os primeiros movimentos com o braço, quatro meses depois.
“Fiquei imensamente feliz de poder pela primeira vez após 4 mês e na data aniversaria, poder controlar esse movimento da mão graças as minhas 3 fisioterapeutas “torturadores”, Alda, Daeine e Carol. Obrigado e todas e ao Dr Rammes por ter sempre me dado a confiança e a força necessária para nunca deixar de acreditar que ia voltar. Está voltando… e mais cedo que se imaginava em visto ao estrago”, disse.
“Um agradecimento especial a Edu Guedes que sofreu um trama muito similar e cujo relato falado e ilustrado de vídeos e fotos além do seu apoio moral me convenceu definitivamente que não ia perder o braço”, falou ainda o famoso, que tem dois filhos com sua ex-esposa Débora Bloch.
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Vida pessoal
Recentemente, o chef falou ao UOL porque decidiu ficar no Brasil. Vale lembrar que o parisiense tinha 20 anos quando desembarcou no país.
“Conclui que a razão de querer ficar — sem ser rico, importante frisar — foi o encantamento com o brasileiro e seu jeito de viver, de encarar a vida, que é único no mundo. Com o modo brasileiro de se relacionar, de resolver problemas e adversidades com uma leveza muito particular”, disse.
“Ao decidir ficar, tratei de me esforçar para me inserir na comunidade brasileira. Um esforço que perdura até hoje, especialmente de falar bem o português e seu rico vocabulário, apesar do sotaque que não dá para tirar”, falou ainda, na época.
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