A cantora Ana Castela usou as redes sociais nesta segunda-feira (3/3) para compartilhar um desabafo sobre as transformações em sua vida desde que alcançou o sucesso nacional. A artista relembrou a infância e adolescência ao lado da família no interior do Mato Grosso do Sul e refletiu sobre as renúncias feitas ao longo da carreira.
Para Ana Castela nascer, a Ana Flávia precisou crescer e entender que crescer às vezes dói por dentro. Tive que abdicar de tanta coisa… da casa em Sete Quedas, da fazenda, dos almoços na casa da vó.
Escreveu, citando o município sul-mato-grossense onde foi criada.
Confira na íntegra:
‘Crescer às vezes dói por dentro’
No texto, a cantora falou sobre a dualidade entre a vida pessoal e o mundo dos palcos, mencionando sua identidade fora dos holofotes. A artista também destacou os desafios emocionais enfrentados durante a ascensão meteórica.
“Precisei trocar o cheiro da terra molhada pelo cheiro de estrada. Trocar o silêncio pelo som alto dos palcos. Ninguém via as lágrimas no travesseiro, o cansaço escondido no camarim, o medo que às vezes aparece só pra testar se eu continuo firme.”
Raízes e gratidão aos fãs
Apesar das dificuldades, Ana reforçou a gratidão pelo carinho do público, apontando os fãs como parte fundamental da sua caminhada.
“Cada sorriso de vocês me levanta. Cada voz cantando junto me lembra o porquê de estar aqui. Se eu deixei pedaços de mim lá atrás, foi pra construir algo maior.”
A cantora concluiu afirmando que carrega duas versões de si: uma ligada à vida simples da fazenda e outra que nasceu para os palcos.
A publicação também celebra o lançamento do álbum Herança Boiadeira – Rodeio, projeto que resgata as origens sertanejas que marcaram o início de sua trajetória artística.
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