Fernanda Nobre revela detalhes de seu casamento aberto

Fernanda Nobre, atriz de 37 anos, participou na madrugada desta quinta-feira (19), do programa ‘Conversa com Bial’. Durante o bate-papo, a famosa abriu o jogo sobre seu casamento aberto com o diretor José Roberto Jardim.

A atriz explica que quis viver um relacionamento não-monogâmico, após perceber que a monogamia não é natural, mas sim, algo construído culturalmente e socialmente pelas pessoas.

“Mesmo com tudo que a gente conquistou, ainda vendem a ideia de amado que esperamos para salvar nossa vida. Isso vai na contramão desse caminho da contemporaneidade que defende a individualidade. A gente continua relacionando o sexo ao amor”, iniciou a artista.

A famosa acrescentou ainda que, em seu relacionamento, existem algumas regras definidas pelo casal e para que tudo dê certo, é preciso que elas sejam seguidas por ambos. Como exemplo, ela citou as “traições”.

“Trair é uma palavra que não faz parte do meu vocabulário. Ninguém trai ninguém no meu pacto, a gente vivencia experiências e tem uma lealdade a nós dois”, completou Fernanda Nobre.

Fernanda Nobre refletiu sobre o assunto

Em entrevista recente à revista Glamour, Fernanda Nobre já havia comentado sobre o tema polêmico e fez uma reflexão ao falar sobre como a monogamia não pode ser considerada algo natural.

“Fomos ensinadas que a monogamia é ‘normal’ e ‘natural’. A gente não escolhe e não reflete sobre ela, não questiona. Aceitamos e pronto. Ela nos foi imposta como forma de controle por razões econômicas por causa da propriedade privada. Há centenas de anos, os homens precisavam garantir que seus filhos eram deles para deixar suas heranças, a maneira encontrada de conquistar esse controle foi impedindo que suas mulheres tivessem relações com outros homens, se tornando propriedades de seus maridos”, disse a atriz.

Para Fernanda, a monogomia geralmente é algo que existe apenas para as mulheres, já que muitos homens não são fiéis às suas esposas no casamento. Ela destacou ainda, como as mulheres eram punidas no passado por trair e ainda costumam ser julgadas por isso atualmente.

“Não por uma falta de caráter masculino, mas por causa de uma dinâmica na sociedade que tem uma permissividade para que esses homens não sejam fieis à suas mulheres. Enquanto para nós, mulheres, a traição, desde sempre, foi punida com crítica e violência, há poucos anos ainda éramos duramente penalizadas legalmente. Muito diferente do que acontece com os homens”, ressaltou a atriz.

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Henrique Souza
Mineiro, 26 anos, Graduado em Comunicação Social, Redator e Social Media.
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