A transformação de Suzanna Freitas continua chamando atenção nas redes sociais. Aos 23 anos, a filha de Kelly Key abriu o jogo sobre a perda de 26 kg e reconheceu que, apesar de estar satisfeita com os resultados, ainda enfrenta dificuldades para se enxergar no novo corpo.

A conversa começou depois que uma seguidora perguntou como ficaram os seios da influenciadora após o emagrecimento. Suzanna explicou que já passou por duas mastopexias, realizadas aos 16 e aos 21 anos, e garantiu que não houve queda, apenas redução de volume. Por isso, ela não tem intenção de fazer outra cirurgia.

Confira o relato:

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Segundo Suzanna, a escolha por uma prótese menor foi decisiva para o resultado atual. Ela lembrou que engordou logo depois da segunda cirurgia, em 2023, o que aumentou temporariamente o tamanho dos seios. Após o emagrecimento, eles apenas diminuíram, mantendo um formato que ainda a agrada.

Suzanna contou que seu emagrecimento não aconteceu rapidamente. O processo levou cerca de dois anos e meio, marcado por mudanças de hábitos, treino com disciplina e acompanhamento médico. Ela afirmou que o medicamento usado para auxiliar na perda de peso não foi responsável sozinho pelo resultado.

Segundo ela, 2023 foi o período mais crítico do sobrepeso, quando decidiu retomar a rotina de treinos e elevar sua consciência corporal. A combinação de exercícios, alimentação estruturada e tratamento médico fez com que o processo avançasse gradualmente.

Distorção de imagem antes e depois da perda de peso

Em um dos relatos mais sinceros da conversa, Suzanna admitiu que conviveu com distorção de imagem tanto durante o sobrepeso quanto depois do emagrecimento. Ela lembrou que, quando engordou, não conseguia aceitar a mudança e insistia em comprar roupas tamanho 40, embora vestisse 46. A percepção só mudou quando se via em fotos e não se reconhecia.

Mesmo após perder peso, o problema não desapareceu. Suzanna contou que ainda tende a comprar peças maiores por acreditar que as menores não servirão. Ela afirmou que esse conflito faz parte do trabalho que realiza na terapia.

Como exemplo, relatou ter comprado recentemente um top tamanho G que ficou largo, reforçando que o cérebro costuma demorar a acompanhar as transformações do corpo. Mesmo vestindo 38, ainda se vê tentada a escolher peças maiores.

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Gabriel Girão

Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redator do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda. Contato: [email protected]

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